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Lideranças indígenas, ribeirinhas e extrativistas voltaram a cobrar, nos últimos dias, maior participação das comunidades tradicionais nas decisões sobre políticas ambientais que impactam diretamente a Amazônia. A reivindicação foi reforçada durante encontros, debates e articulações realizadas na região.
Segundo as lideranças, muitas decisões relacionadas a projetos de infraestrutura, preservação ambiental e uso dos recursos naturais ainda são tomadas sem a devida consulta às populações que vivem e dependem da floresta e dos rios. Elas defendem que o conhecimento tradicional deve ser considerado na formulação de políticas públicas.
As comunidades destacam que a falta de diálogo pode gerar conflitos, insegurança territorial e impactos sociais e ambientais negativos. Para os representantes, a inclusão efetiva nos processos decisórios fortalece a proteção da floresta e contribui para soluções mais sustentáveis.
Os movimentos também cobram o cumprimento de acordos e legislações que garantem o direito à consulta prévia, livre e informada, especialmente em territórios indígenas e áreas tradicionais.
A expectativa é que o debate avance nos próximos meses, com maior abertura para a participação social e a construção conjunta de políticas voltadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.


















