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O Amazonas confirmou três casos da chamada “doença da urina preta” (síndrome de Haff) após o consumo de pacu, peixe típico da região. O alerta foi emitido pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS‑AM), que investiga os casos e reforça orientações de prevenção à população.
A síndrome de Haff é uma condição rara que pode ocorrer após o consumo de peixes ou crustáceos contaminados por toxinas naturais. Os pacientes relataram sintomas cerca de nove horas após a ingestão, incluindo urina escura, dores musculares intensas e fraqueza. Exames laboratoriais confirmaram níveis elevados da enzima creatinofosfoquinase (CPK), típica da síndrome.
Especialistas destacam que a doença não é contagiosa, mas requer atenção médica imediata, pois pode levar a complicações graves se não for tratada. As autoridades ainda investigam as causas exatas da contaminação e reforçam que a população procure atendimento ao notar os sintomas após consumo de peixe.
A FVS‑AM mantém monitoramento constante e trabalha com equipes de vigilância epidemiológica para identificar possíveis novos casos, garantindo que comunidades ribeirinhas e consumidores de pescado recebam informações sobre práticas seguras de consumo e prevenção da síndrome.


















