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Autoridades de saúde intensificaram, ao longo de fevereiro, as ações de prevenção e combate a doenças tropicais na Amazônia, com foco em enfermidades que tendem a aumentar durante o período chuvoso, como dengue, malária e leptospirose.
Secretarias estaduais e municipais ampliaram campanhas de orientação, distribuição de insumos e monitoramento epidemiológico em áreas urbanas, ribeirinhas e indígenas. O objetivo é reduzir a sobrecarga no sistema de saúde e evitar surtos em regiões de difícil acesso.
De acordo com especialistas da Fundação Oswaldo Cruz, fatores como alagamentos, aumento da umidade e dificuldade de saneamento básico contribuem para a proliferação de vetores e o crescimento de casos na região amazônica.
Equipes do Sistema Único de Saúde também reforçaram o atendimento em comunidades mais isoladas, com envio de profissionais, medicamentos e testes rápidos, além do uso de unidades fluviais de saúde para alcançar populações ribeirinhas.
Especialistas alertam que a prevenção segue sendo a principal estratégia, destacando a importância da eliminação de focos de água parada, do uso de mosquiteiros e da busca por atendimento médico ao surgimento dos primeiros sintomas.
Organizações de saúde avaliam que o fortalecimento da atenção básica na Amazônia é fundamental para enfrentar desafios históricos da região e garantir resposta rápida a emergências sanitárias, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade climática.


















