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Uma revista de rotina realizada no Núcleo Prisional da Polícia Militar do Amazonas, no bairro Monte das Oliveiras, zona Norte de Manaus, identificou a saída não autorizada de mais de 20 policiais militares que estavam sob custódia da corporação. A ocorrência veio à tona na sexta-feira, 27 de fevereiro, e ganhou repercussão no sábado, 28.
Segundo as informações divulgadas, 23 policiais militares não estavam no local no momento da fiscalização. Até a publicação das reportagens, 18 já haviam retornado espontaneamente ao núcleo prisional. A corporação não detalhou quantos custodiados havia ao todo na unidade, nem esclareceu de que forma a saída aconteceu.
Após a constatação das ausências, o comando da PM determinou a adoção de medidas imediatas, incluindo o afastamento dos responsáveis pela guarda e a abertura de procedimentos para apurar responsabilidades. A Diretoria de Justiça e Disciplina foi acionada para conduzir a investigação interna.
Em nota divulgada no dia 28, a Polícia Militar do Amazonas afirmou que não havia policiais custodiados na condição de foragidos e que as divergências verificadas durante a vistoria teriam sido sanadas ainda na noite de sexta-feira, com todos os presos novamente sob custódia no estabelecimento prisional.
O episódio levantou questionamentos sobre o controle interno da unidade e sobre os protocolos de vigilância aplicados a policiais militares presos. O caso também ampliou a pressão por esclarecimentos públicos, já que se trata de uma situação incomum dentro de uma estrutura de custódia mantida pela própria corporação.
Sugestão de fechamento editorial:
A investigação deve apontar se houve facilitação, falha operacional ou outro tipo de irregularidade na saída dos militares. Até lá, o caso segue como mais um episódio sensível na segurança pública amazonense.



















