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Uma operação conjunta da Polícia Federal e do Ibama combateu, em 27 de abril de 2026, a atividade de garimpo ilegal na Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. Batizada de Operação Domo Amazônico, a ação teve como foco desarticular a estrutura usada na extração clandestina de minérios dentro de território protegido da Amazônia.
Segundo a cobertura oficial, a ofensiva resultou na inutilização de duas escavadeiras hidráulicas encontradas na área de garimpo. Esse tipo de maquinário é considerado central para a atividade ilegal, porque permite acelerar a remoção de solo e a abertura de frentes de exploração em regiões de floresta.
A operação reforça uma dinâmica já conhecida na Amazônia: o avanço do garimpo ilegal sobre áreas protegidas e terras indígenas, com uso de equipamentos pesados e apoio logístico para manter a exploração funcionando em locais remotos. Ao inutilizar as máquinas no próprio local, os órgãos tentam interromper de imediato a continuidade da atividade criminosa e dificultar a retomada da extração. Essa leitura final é uma síntese editorial baseada na natureza da operação descrita pela PF.
No contexto amazônico, o caso mostra que o enfrentamento ao garimpo clandestino segue dependendo de ações conjuntas entre forças policiais e fiscalização ambiental. Além dos danos à floresta, esse tipo de invasão ameaça a integridade de territórios indígenas e aumenta a pressão sobre rios, fauna e comunidades que vivem nessas áreas.



















