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A Polícia Federal realizou, em 15 de maio de 2026, uma operação integrada contra o garimpo ilegal em áreas da Amazônia localizadas na divisa entre os estados do Amapá e Pará. Segundo a PF e a Agência Brasil, a ofensiva teve como alvo sete áreas de exploração clandestina, com atuação nos municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA).
De acordo com a cobertura oficial, a ação contou com participação do Ibama, ICMBio, Força Nacional e apoio da Polícia Militar do Pará. A operação, chamada Calha Norte, ocorreu entre os dias 12 e 15 de maio e teve como objetivo interromper a atividade garimpeira e inutilizar a estrutura usada pelos criminosos para manter a exploração em plena floresta amazônica.
A PF informou que foram inutilizadas máquinas, combustíveis e outras estruturas utilizadas no funcionamento dos garimpos ilegais. Esse tipo de ofensiva busca atingir não apenas a extração em si, mas toda a base logística que permite a permanência da atividade em áreas remotas da Amazônia. Essa leitura final é uma síntese editorial baseada no foco operacional descrito pela própria PF.
No contexto amazônico, a operação reforça como o garimpo ilegal segue pressionando regiões de floresta protegida e depende de uma rede organizada de apoio para funcionar longe dos centros urbanos. Ao atingir sete frentes de exploração de uma só vez, a ação mostra o tamanho da estrutura mobilizada pelo crime ambiental e a necessidade de resposta integrada entre órgãos policiais e ambientais.

















