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Uma operação integrada desativou sete áreas de garimpo ilegal na divisa entre os estados do Pará e Amapá, em ação divulgada em 16 de maio de 2026. A ofensiva foi realizada no âmbito da Operação Calha Norte e teve como foco interromper a exploração clandestina em uma faixa sensível da Amazônia, marcada por floresta densa e dificuldade de acesso.
Segundo a cobertura oficial da Agência Pará, a operação reuniu diferentes forças de segurança e órgãos ambientais, mostrando o peso de ações conjuntas para enfrentar crimes ambientais na região Norte. O alvo principal foram estruturas usadas para sustentar o garimpo ilegal, atividade que costuma provocar degradação ambiental, pressão sobre cursos d’água e avanço sobre áreas remotas da floresta. A descrição da desativação das sete áreas vem da cobertura oficial; a leitura sobre os impactos é uma inferência editorial compatível com o tipo de crime combatido.
No contexto amazônico, o caso reforça como o garimpo clandestino depende de uma rede logística organizada para se manter ativo em áreas isoladas. Quando uma operação consegue atingir várias frentes ao mesmo tempo, o efeito vai além da apreensão pontual e busca interromper a continuidade da atividade em uma zona de fronteira ambientalmente estratégica. Essa conclusão é uma síntese editorial baseada no alcance da operação informado pela cobertura.
A ação também mostra que o combate ao crime ambiental na Amazônia continua exigindo presença coordenada do Estado, sobretudo em regiões onde a distância entre centros urbanos e áreas de floresta facilita a atuação de grupos ilegais. Ao atingir sete pontos de exploração, a operação aumenta a pressão sobre uma atividade que segue entre as maiores ameaças a ecossistemas amazônicos.

















