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O município de São Félix do Xingu, no sul do Pará, passou a contar com uma nova estrutura de serviços integrados após a entrega da 25ª Usina da Paz do estado, inaugurada em 21 de março de 2026. A unidade é a primeira implantada na Região de Integração Araguaia e foi apresentada pelo governo paraense como parte da expansão de uma política pública voltada à inclusão social, ao acesso a serviços essenciais e à redução da violência em áreas vulneráveis.
De acordo com a cobertura oficial, a nova Usina da Paz está localizada na Avenida Presidente Castelo Branco, no bairro Triunfo, em uma área com mais de 10 mil metros quadrados. O espaço deve atender diretamente mais de 65 mil moradores, oferecendo mais de 70 serviços gratuitos em áreas como saúde, educação, cidadania, cultura, lazer, esporte e capacitação profissional.
A estrutura conta com dois prédios principais, destinados a atendimentos sociais e assistenciais, além de consultórios médicos, odontológicos e psicológicos. O complexo também reúne biblioteca, salas de informática e estudo, ambientes para cursos profissionalizantes, espaço de gastronomia, praça multicultural, piscina, quadra de areia, complexo poliesportivo, playground, academia ao ar livre, horta e viveiro.
Outro destaque apontado pela Agência Pará é o perfil plural da unidade. Como São Félix do Xingu abriga diferentes etnias indígenas e comunidades tradicionais, o novo equipamento foi pensado para atender tanto a população urbana quanto esses grupos, ampliando o alcance social da política pública em uma das regiões mais sensíveis da Amazônia paraense.
Segundo o governo estadual, as Usinas da Paz integram o programa Territórios pela Paz (TerPaz) e já somavam mais de 11,7 milhões de atendimentos desde 2021. A cobertura também afirma que, nas áreas onde essas unidades foram implantadas, houve reduções expressivas nos índices de crimes violentos letais intencionais.
No contexto amazônico, a entrega da unidade em São Félix do Xingu reforça uma estratégia de presença mais forte do poder público em regiões marcadas por desafios sociais, distâncias territoriais e diversidade cultural. A iniciativa mostra como infraestrutura social e cidadania também entram no debate sobre desenvolvimento da Amazônia.


















