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Em meio às comemorações pelos 193 anos de Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, uma ação ambiental marcou o dia 6 de maio de 2026 com a soltura de 100 quelônios nas margens do rio Arari. A iniciativa foi apresentada como parte de uma estratégia de preservação da fauna amazônica e de fortalecimento da educação ambiental na região.
Segundo a cobertura oficial, a atividade foi realizada de forma conjunta pelo Ideflor-Bio, Parque Zoobotânico Mangal das Garças, Pará 2000, Universidade Federal do Pará e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Cachoeira do Arari. A ação integrou a programação especial promovida entre os dias 6 e 9 de maio no município.
A soltura ocorreu dentro das estratégias de educação ambiental e manejo sustentável desenvolvidas na Área de Proteção Ambiental do Arquipélago do Marajó, que é uma das 29 unidades de conservação estaduais do Pará. O ato simbolizou, segundo os organizadores, um compromisso coletivo com a conservação da biodiversidade e com a valorização dos ambientes aquáticos da região.
No contexto amazônico, a ação ganha peso porque o Marajó reúne ecossistemas frágeis, forte relação entre comunidades e rios, e uma biodiversidade que depende de proteção contínua. Mais do que uma atividade simbólica, a soltura de quelônios ajuda a aproximar moradores, escolas e instituições de um esforço prático de conservação da fauna local.


















